quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sobre o perdão

Sei perdoar. 
Passo por cima dos erros para ficar junto das pessoas que eu gosto, mas tenho meus limites e o primeiro deles é meu amor-próprio. 

Perdôo uma vez, porque errar é humano. Poderia até pensar em perdoar duas porque o ser humano é estúpido às vezes. Mas, decididamente, não posso viver perdoando porque acredito que há um horizonte de possibilidades em cada amanhecer e eu mereço o melhor por do sol.





"E tô achando bom, tô repetindo 'que bom, Deus, que sou capaz de estar vivo sem vampirizar ninguém, que bom que sou forte, que bom que suporto, que bom que sou criativo e até me divirto e descubro a gota de mel no meio do fel.' 
Colei aquele “Eu Amo Você” no espelho. É pra mim mesmo". (Caio F. Abreu)


3 comentários:

Rolando disse...

oi. tudo blz? é isso aí. apareça por lá. abraços.

Ludmilla disse...

Meu palpite é que quando a porta fecha, a janela abre, e as pessoas precisam de um tempo pra olhar em volta e procurar a janela aberta, e tomar coragem pra ir lá e pular.

LuH disse...

É a descrição perfeita sobre o perdão. Me sinto assim tantas vezes...
Creio que perdoar nem sempre é virtude, ás vezes é vício.
Perdoamos algumas vezes o mesmo erro de alguém e esse alguém continua a nos machucar. Por achar que perdão é uma atitude dos fortes(pregação cultural)esquecemos de perdoar a nós próprios e nos libertarmos dessa obrigação.
Tb acredito que há um horizonte de possibilidades, basta querer encontrá-lo...
Belo post

Bjo

Luh