sexta-feira, 22 de julho de 2011

Sobre a morte do amor

"O amor nunca morre de morte natural. Ele morre porque nós não sabemos como renovar a sua fonte. Morre de cegueira e dos erros e das traições . Morre de doença e das feridas; morre de exaustão, das devastações, da falta de brilho."
(Anaïs Nin)




"O amor não morre de velhice, em paz com a cama e com a fortuna dos dedos. Morre com um beijo dado sem ênfase. Um dia morno. Uma indiferença. Uma conversa surda. Morre porque queremos que morra. Decidimos que ele está morto. Facilitamos seu estremecimento. O amor não poderia morrer, ele não tem fim. Nós que criamos a despedida por não suportar sua longevidade."
[Fabrício Carpinejar]

2 comentários:

LuH disse...

Ana,

Acho que foi o trecho mais bonito que já li dele.
O amor vive de muita coisa, mas morre por falta de palavra, de olhar, de calor, ...
Amor morre de falta de amor...
Ele mingua!

Bjs

Josi Lemos disse...

Achei tãooooo lindo.